Travessão

O bem natural conhecido como Travessão é caracterizado por um grande afloramento rochoso que está a uma média de 950 metros acima do nível do mar. Este bem natural está inserido numa paisagem contemplativa rural de exuberante beleza cênica. Um dos mais belos cenários da Serra do Cipó, o Travessão é um imenso penhasco que divide as bacias dos rios São Francisco e Doce. O local possui pinturas rupestres, espécies de sempre vivas, campos de samambaias de altitude, nascente e uma cachoeira. Em relação aos aspectos físicos do bem natural Travessão faz-se necessário uma descrição dos aspectos geomorfológicos, vegetação, hidrografia e outros aspectos do entorno do bem natural que está inserido no complexo da Serra do Cipó na área do Parque Nacional da Serra do Cipó. Encontra-se totalmente inserido na sub-bacia hidrográfica do rio Cipó. A partir da descrição abaixo poderemos verificar os principais aspectos físicos e naturais formadores desse bem natural. É um afloramento rochoso imponente que está ligado à história geológica da região que, por sua vez, é bastante antiga, datando do período pré-Cambriano. Os quartzitos, rochas arenosas predominantes na Serra foram formadas por depósitos marinhos há cerca de 1.7 bilhões de anos. Depois do afastamento das águas e soerguimento das montanhas, formou-se a Cadeia do Espinhaço. A alteração das rochas deu origem, no Cretáceo, aos solos hoje ocupados pelos cerrados. Campos rupestres e matas de galerias. O entendimento da gênese e dinâmica dos solos da região é outro aspecto raramente tratado, embora sua relevância na ecologia e história natural de toda a vegetação seja amplamente reconhecida. Apenas estudos detalhados sobre os solos podem fornecer elementos fundamentais para o entendimento da ecologia de flora e fauna da região, bem como para a formulação estratégica sólidas de conservação e manejo. A vegetação da região é extremamente variada e diversa e o grau de endemismo é um dos maiores do mundo A Unidade de Conservação abriga talvez a mais extraordinária amostra de campos rupestres do Brasil. Pelo menos três grandes formações vegetais podem ser definidas e são descritas a seguir. Os cerrados são constituídos por vegetação pouco desenvolvida por influência de características edafo-climáticas como, por exemplo, a acidez, ausência de matéria orgânica e toxidez por alumínio nos solos e ocorrência de fogo. Os cerrados são distribuídos desde a parte mais baixa da unidade, até aproximadamente 1100 metros de atitude. Apresentam diversos táxons comuns às outras áreas de cerrado do Estado de Minas Gerais como o pequi, pau santo, fruto de lobo, pau de colher, lixeira, dentre inúmeras outra.

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